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Proposta de lei n.º 548

BE propõe IVA zero no cabaz alimentar com acordos de preços

Bloco de Esquerda
BE
·Fabian Figueiredo
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
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O Bloco de Esquerda propõe IVA de 0% para os mesmos 46 produtos alimentares essenciais que já beneficiaram da medida em 2023, mas com um mecanismo adicional: o Governo fica obrigado a negociar acordos trimestrais de preços com produtores e distribuidores para garantir que a redução chega ao consumidor.

🍺 Qual é o problema?

  • ›A crise no Médio Oriente está a inflacionar os preços dos bens alimentares por via dos combustíveis e do transporte.
  • ›A agricultura portuguesa é muito dependente de maquinaria a combustível fóssil, fertilizantes importados e distribuição rodoviária.
  • ›Em 2023-2024, o IVA zero vigorou 9 meses e reduziu preços em cerca de 9%.
  • ›Contudo, após o fim da medida, os preços de vários produtos subiram mais de 6%, levantando dúvidas sobre se os distribuidores absorvem parte do benefício.

📋 O que muda?

  • ›IVA de 0% para 46 categorias de produtos alimentares essenciais (mesmo cabaz de 2023)
  • ›Acordos trimestrais obrigatórios de preços entre Governo, produtores e distribuidores
  • ›Vigência por períodos renováveis de 3 meses, por despacho do Governo
  • ›Direito à dedução do IVA mantido para fornecedores
  • ›Governo pode antecipar a aplicação mediante disponibilidade orçamental
  • ›Entra em vigor com o OE subsequente

💥 E eu com isso?

  • ›A diferença face a propostas semelhantes é o mecanismo de acordos de preços: em 2023, houve suspeitas de que parte da redução do IVA ficou nas margens dos distribuidores em vez de chegar ao consumidor.
  • ›Para uma família que gasta €400/mês em alimentação, o IVA zero pode significar €25-35/mês de poupança — mas só se os preços de facto baixarem.
  • ›Os acordos trimestrais são a garantia proposta pelo BE para que isso aconteça.
👍

A favor

  • 1Em 2023, a medida funcionou — os preços baixaram 9,3% e a transmissão ao consumidor foi de 99% com monitorização ativa Governo de Portugal
  • 2Os acordos de preços obrigatórios protegem o consumidor contra absorção da redução pelas margens da distribuição ECO
  • 3A agricultura portuguesa é muito vulnerável ao aumento dos combustíveis — o IVA zero atenua o efeito cascata nos preços alimentares
👎

Contra

O que se passou até agora

O presidente aceitou para discussão

10 de abril de 2026

Anunciaram-na no plenário

10 de abril de 2026

Discussão generalidade

10 de abril de 2026

Chegou à mesa

31 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Governo de Portugal

portugal.gov.pt

↗
  • 1Os acordos de preços com distribuidores podem configurar intervenção excessiva do Estado no mercado livre
  • 2A medida é renovável de 3 em 3 meses mas tende a tornar-se permanente sob pressão política, agravando o défice
  • 3O IVA zero não distingue entre consumidores pobres e ricos — todos beneficiam igualmente, mesmo quem compra no supermercado premium RTP

ECO

eco.sapo.pt

↗

RTP

rtp.pt

↗

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