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Proposta n.º 751

Chega quer benefícios fiscais do interior para zonas de calamidade

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
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O Chega propõe que as zonas declaradas de calamidade após a tempestade Kristin passem a ter os mesmos benefícios fiscais das zonas do interior, em 2026 e 2027. Na prática, as empresas destas regiões teriam acesso a reduções de IRC (imposto das empresas) e outros incentivos previstos no Estatuto dos Benefícios Fiscais.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O decreto do Governo n.º 15-B/2026 delimitou zonas de calamidade na sequência da tempestade Kristin, que causou prejuízos estimados em 6 mil milhões de euros.
  • ›Muitas destas zonas, sobretudo na região centro, não se qualificam como territórios do interior mas sofreram destruição de infraestruturas e quebra abrupta da atividade económica comparáveis ou piores.

📋 O que muda?

  • ›Zonas de calamidade equiparadas a zonas de interioridade para efeitos fiscais
  • ›Acesso aos benefícios do Estatuto dos Benefícios Fiscais: redução de IRC (imposto das empresas) e outros incentivos
  • ›Carácter excecional e temporário: apenas períodos económicos de 2026 e 2027

💥 E eu com isso?

  • ›
👍

A favor

  • 1O tecido empresarial das zonas afetadas sofreu quebra abrupta de atividade e precisa de alívio fiscal para sobreviver Jornal Económico
  • 2A medida é temporária (2 anos) e usa um mecanismo fiscal já existente, sem necessidade de criar burocracia nova Folha Nacional
  • 3Outros países europeus usaram incentivos fiscais regionais após catástrofes naturais para reter investimento e emprego Garrigues

O que se passou até agora

O presidente aceitou para discussão

26 de março de 2026

Anunciaram-na no plenário

26 de março de 2026

Foi para a comissão discutir

26 de março de 2026

Chegou à mesa

25 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Jornal Económico

jornaleconomico.sapo.pt

↗
Para uma PME (empresa pequena) da zona centro com faturação de 500 mil euros, a redução de IRC (imposto das empresas) do interior pode significar uma poupança de 5 a 10 mil euros por ano — dinheiro que pode ir para reconstruir instalações.
  • ›Mas a medida aplica-se a todas as empresas da zona, incluindo as que não sofreram danos, o que pode representar perda de receita fiscal sem impacto direto na reconstrução.
  • 👎

    Contra

    • 1A medida beneficia todas as empresas da zona, incluindo as que não sofreram danos reais com a tempestade — não é direcionada OCC
    • 2A perda de receita fiscal pode ser significativa num momento em que o Estado também precisa de dinheiro para a reconstrução Santander
    • 3O Governo já prorrogou prazos fiscais e criou linhas de apoio direto que podem ser mais eficazes do que benefícios fiscais genéricos LegiX

    Folha Nacional

    folhanacional.pt

    ↗

    Garrigues

    garrigues.com

    ↗

    OCC

    occ.pt

    ↗

    Santander

    santander.pt

    ↗

    LegiX

    legix.pt

    ↗

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