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Proposta n.º 627

BE quer ASAE a vigiar preços nas zonas arrasadas pelas tempestades

Bloco de Esquerda
BE
·Fabian Figueiredo
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??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
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O Bloco quer que o Governo mande a ASAE fiscalizar os preços de bens essenciais nos 69 concelhos em calamidade — para evitar que alguém aproveite o desespero das pessoas para inflacionar preços de água, comida e materiais de construção.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Após as tempestades de 2026, milhares de famílias ficaram sem casa e sem bens.
  • ›A destruição de bens e a quebra de rendimentos já representam uma enorme pressão sobre estas famílias.
  • ›Em crises anteriores, a ASAE já detetou lucro ilegítimo e especulação — em 2023 instaurou 51 processos-crime.
  • ›Desta vez, a ASAE já está a fiscalizar combustíveis e materiais de construção, mas o Bloco quer que inclua bens essenciais do dia-a-dia.

📋 O que muda?

  • ›A ASAE passa a fiscalizar preços de bens essenciais (alimentação, água, higiene) nos concelhos em calamidade
  • ›A monitorização é integrada nas ações de fiscalização já em curso para materiais de construção
  • ›Aplicação da lei contra especulação e lucro ilegítimo em contexto de catástrofe

💥 E eu com isso?

  • ›Se perdeste a casa e estás a viver num abrigo temporário, a última coisa que precisas é de pagar o dobro por uma garrafa de água ou um pacote de arroz.
  • ›A especulação em zonas de catástrofe é crime, mas se ninguém fiscalizar, ninguém apanha.
  • ›O Bloco quer olhos da ASAE no terreno.
👍

A favor

  • 1Em 2023, a ASAE instaurou 51 processos-crime por especulação de preços — o risco de aproveitamento é real e documentado ECO
  • 2A destruição de bens e a perda de rendimentos tornam as famílias extremamente vulneráveis a subidas de preços — a fiscalização é proteção básica Público
  • 3A ASAE já fiscaliza combustíveis e materiais de construção nas zonas afetadas — alargar aos bens essenciais é lógico e sem custo adicional relevante Público

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

25 de fevereiro de 2026

Apreciação parlamentar

25 de fevereiro de 2026

Votaram no plenário

25 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

24 de fevereiro de 2026

Foi para a comissão discutir

24 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

20 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1A ASAE já fiscalizou combustíveis e não encontrou especulação — o problema pode não existir nesta crise Público
  • 2A proposta é uma recomendação curta e simples que não acrescenta instrumentos legais novos — a ASAE já pode fazer isto com os poderes que tem Parlamento
  • 3O verdadeiro problema nas zonas afetadas é falta de oferta, não especulação — quando as estradas estão cortadas, os preços sobem pela logística, não pela ganância Observador

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