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Proposta de lei n.º 436

JPP: Estado recusa pagar funeral de crianças por não descontarem

Juntos Pelo Povo
JPP
·Filipe Sousa
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O JPP quer corrigir uma injustiça: quando morre uma criança, a Segurança Social recusa-se a reembolsar as despesas do funeral porque o miúdo "não tinha carreira contributiva" — como se uma criança pudesse descontar. O mesmo acontece com pessoas com deficiência grave.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Neste momento, o reembolso de despesas de funeral (até cerca de 1.600€) só é pago quando o falecido descontava para a Segurança Social.
  • ›Se morre uma criança, os pais recebem no máximo 268€ — metade do que receberiam por um adulto.
  • ›Três partidos (LIVRE, PAN e JPP) apresentaram propostas para mudar isto em fevereiro de 2026, e o Governo disse que "está a analisar".

📋 O que muda?

  • ›Pais, tutores ou quem tenha a guarda de uma criança que morra passam a ter direito ao reembolso total das despesas de funeral — até 3 vezes o valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais), cerca de 1.600€
  • ›O mesmo se aplica a pessoas com deficiência ou incapacidade igual ou superior a 60%
  • ›O reembolso é pago desde que quem pague o funeral desconte para a Segurança Social — a criança não precisa de ter descontado
  • ›É preciso apresentar faturas e recibos — nada de valores inventados

💥 E eu com isso?

  • ›Se te morrer um filho, além de todo o sofrimento, tens de pagar um funeral que pode custar mais de mil euros — e o Estado diz-te que não ajuda porque o teu filho não descontava.
  • ›É uma das situações mais absurdas do sistema de proteção social: uma criança nunca poderia ter descontado, por definição.
  • ›O Governo já admitiu que está a analisar a questão — sinal de que reconhece que a regra atual é injusta.
👍

A favor

  • 1O JN revelou que o Estado recusa pagar funerais de crianças por não terem descontado — uma regra que até o Governo reconhece ser absurda JN
  • 2Três partidos diferentes (LIVRE, PAN e JPP) apresentaram propostas semelhantes — é raro haver tanto consenso, o que mostra que o problema é real Público
  • 3O custo para o Estado é mínimo — são poucos casos por ano, mas o impacto nas famílias é enorme JN

O que se passou até agora

Discussão generalidade

9 de abril de 2026

Anunciaram-na no plenário

26 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

25 de fevereiro de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

25 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

16 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

JN

jn.pt

👎

Contra

  • 1A Segurança Social funciona com base num princípio contributivo — abrir exceções pode criar pressão para alargar a outras situações Parlamento
  • 2A proposta não detalha o impacto orçamental total nem como se articula com outros apoios que já existem para famílias em luto Parlamento
  • 3O Governo disse que "está a analisar" — pode já estar a preparar uma solução diferente e mais abrangente Público
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Público

publico.pt

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JN

jn.pt

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Parlamento

parlamento.pt

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