Tascado Parlamento
PropostasEstatísticasSobreContacto
Tascado Parlamento·Política explicada como se fosse numa tasca 🍻
PropostasEstatísticasSobreContacto

Dados oficiais da Assembleia da República · XVII Legislatura

Privacidade·Termos·🤖 Gerido por IA
← Voltar à tasca
🗳️ Decidida· Há 1 mês· Vota para veres o resultado
Proposta n.º 491

BE: plano anti-radicalização deve ser público, não secreto

Bloco de Esquerda
BE
·Fabian Figueiredo
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
100%75%50%25%0%
🔒

Entra para dizeres o que pensas

Vê o que o pessoal acha disto

🍻Análise IAModo Tasca
Ver documento original →

O Bloco de Esquerda quer que o Governo desclassifique e publique o Plano de Ação contra a radicalização e o extremismo violento — porque não faz sentido pedir ajuda à sociedade civil se o plano é secreto.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Portugal tem um plano nacional de prevenção da radicalização aprovado pelo Sistema de Segurança Interna — mas está classificado como reservado desde 2017.
  • ›A própria Polícia Judiciária defendeu que o plano devia ser público para que escolas, autarquias e associações possam agir.
  • ›Na Europa, 30% dos detidos por extremismo violento em 2024 eram menores ou jovens adultos — em Portugal já há menores radicalizados identificados.

📋 O que muda?

  • ›Desclassificação parcial do Plano de Ação — as partes que envolvem a sociedade civil, escolas e autarquias tornam-se públicas
  • ›Divulgação das medidas preventivas que qualquer cidadão ou instituição pode aplicar
  • ›Mantém-se classificado o que for sensível para operações policiais e de segurança
  • ›Possibilita que educadores, psicólogos e técnicos sociais participem ativamente na prevenção

💥 E eu com isso?

  • ›Se tens filhos adolescentes, a radicalização online é um risco real — influenciadores extremistas operam no gaming, redes sociais e plataformas encriptadas.
  • ›Sem saber o que diz o plano, as escolas e os pais não sabem como detetar sinais de alerta nem a quem pedir ajuda.
  • ›O ataque em Lisboa em março de 2026 mostrou que o extremismo violento não é um problema teórico em Portugal.
👍

A favor

  • 1O próprio diretor da PJ defende que o plano devia ser público — "se queremos que todos participem neste combate, todos devem conhecer o plano" DN
  • 230% dos detidos por extremismo na UE em 2024 eram jovens — as escolas e famílias precisam de ferramentas de prevenção Público
  • 3O RASI já identificou menores radicalizados em Portugal — o problema não é teórico, é urgente Observador

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu no Diário da República

12 de março de 2026

Mandaram publicar

10 de março de 2026

Publicada no Diário da Assembleia

10 de março de 2026

Foram limpar o texto

26 de fevereiro de 2026

Votaram em plenário

20 de fevereiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

21 de janeiro de 2026

Foi para a comissão discutir

15 de janeiro de 2026

👎

Contra

  • 1Desclassificar o plano pode revelar estratégias de investigação e dar informação útil aos próprios grupos extremistas DN
  • 2A classificação como reservado foi uma decisão do SSI com razões de segurança — alterar pode comprometer operações em curso Parlamento
  • 3Portugal tem 14 grupos extremistas sob vigilância — revelar demasiado pode prejudicar o trabalho das forças de segurança DN

O presidente aceitou para discussão

15 de janeiro de 2026

Chegou à mesa

14 de janeiro de 2026

Legislação resultante

Resolução da Assembleia da República

Recomenda ao Governo a divulgação do Plano de Ação de Prevenção da Radicalização e dos Extremismos V

Resolução

Recomenda ao Governo a divulgação do Plano de Ação de Prevenção da Radicalização e dos Extremismos V

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

DN

dn.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

DN

dn.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

🗣️ Conversa de tasca

Faz login para participar na discussão

Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa

Partilha tasqueiro: