Tascado Parlamento
PropostasEstatísticasSobreContacto
Tascado Parlamento·Política explicada como se fosse numa tasca 🍻
PropostasEstatísticasSobreContacto

Dados oficiais da Assembleia da República · XVII Legislatura

Privacidade·Termos·🤖 Gerido por IA
← Voltar à tasca
🍳 A cozinhar
Proposta n.º 369

PS quer mais formação à PSP e GNR para travar violência doméstica

Partido Socialista
PS
·Eurico Brilhante Dias·Elza Pais·Pedro Delgado Alves·Isabel Alves Moreira·Patrícia Faro+4
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
100%75%50%25%0%
🔒

Entra para dizeres o que pensas

Vê o que o pessoal acha disto

🍻Análise IAModo Tasca
Ver documento original →

O PS está a dizer ao Governo: "morreram 22 pessoas em 2024 por violência doméstica, e em 2025 já foram 25 — deem mais formação aos polícias e façam funcionar já a base de dados que está há mais de um ano à espera."

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em 2024, a violência doméstica matou 22 pessoas em Portugal — 19 mulheres e 3 homens — e a polícia recebeu mais de 30 mil queixas.
  • ›Em 2025, os números pioraram: 25 mortos, o valor mais alto desde 2022.
  • ›Existe uma base de dados nacional sobre violência doméstica aprovada há anos, mas o regulamento que a faz funcionar está parado na Comissão Nacional de Proteção de Dados há mais de um ano.

📋 O que muda?

  • ›Reforçar a formação dos polícias (PSP e GNR — as forças de segurança que recebem as queixas) em avaliação de risco e atendimento às vítimas
  • ›Pôr finalmente a funcionar a base de dados nacional de violência doméstica — regulamento está parado há mais de um ano à espera de parecer
  • ›Implementar em todas as zonas os projetos-piloto de atuação reforçada nas 72 horas seguintes à denúncia — quando o risco de morte é maior
  • ›Aproximar os Contratos Locais de Segurança (acordos entre câmaras, polícia e Ministério Público) como ponto de articulação multiagência
👍

A favor

  • 1Os números de mortes estão a subir — 22 em 2024 para 25 em 2025, o mais alto desde 2022, é um alerta que não dá para ignorar Observador
  • 2A ficha nova de avaliação de risco já foi aprovada em maio de 2025, mas muitos polícias ainda não tiveram formação para a usar — é uma lacuna real Governo
  • 3A própria GNR alerta para o impacto psicológico nos militares que recebem estas queixas — precisam de apoio e formação Notícias ao Minuto

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

4 de dezembro de 2025

O presidente aceitou para discussão

3 de dezembro de 2025

Foi para a comissão discutir

3 de dezembro de 2025

Chegou à mesa

26 de novembro de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Observador

observador.pt

↗
  • ›Atualizar a ficha de avaliação de risco — a nova versão já entrou em vigor em julho de 2025, mas é preciso formar toda a gente a usá-la
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Se já tiveste uma amiga, vizinha ou familiar que se calou durante anos até o agressor ir longe demais — é disto que se trata.
    • ›As 72 horas depois de uma queixa são o período mais perigoso — é aí que muitas vítimas são mortas — e se os polícias não estiverem treinados a avaliar bem, o sistema falha.
    • ›E cada mês que a base de dados nacional fica parada no papel é mais um mês em que casos graves passam despercebidos entre esquadras diferentes.
    👎

    Contra

    • 1É só uma recomendação sem dinheiro nem calendário — o Governo já anda a falar em formação há anos e o problema persiste Parlamento
    • 2A Comissão Nacional de Proteção de Dados tem parecer parado há mais de um ano sobre a base de dados — o problema pode não ser política, mas sim burocracia profunda Correio da Manhã
    • 3Mais formação não resolve a escassez de polícias — a PSP já recebe 30 mil queixas por ano e anda a trabalhar com recursos limitados Observador

    Governo

    portugal.gov.pt

    ↗

    Notícias ao Minuto

    noticiasaominuto.com

    ↗

    Parlamento

    parlamento.pt

    ↗

    Correio da Manhã

    cmjornal.pt

    ↗

    Observador

    observador.pt

    ↗

    🗣️ Conversa de tasca

    Faz login para participar na discussão

    Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa

    Partilha tasqueiro: