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Proposta de lei n.º 287

PCP: militares perdem metade do salário ao reformarem-se — chega

Partido Comunista Português
PCP
·Paula Santos·Paulo Raimundo·Alfredo Maia
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Basicamente, o PCP está a dizer ao Governo: "há militares que ao passarem à reforma ficam com metade do que ganhavam — vamos garantir que a pensão corresponde a 90% do último ordenado."

🍺 Qual é o problema?

  • ›Hoje em dia há sete fórmulas diferentes para calcular a pensão de um militar — depende da idade em que entrou nas Forças Armadas.
  • ›Quem entrou depois de 2002 pode ver a pensão cair para metade do que ganhava no ativo. Quem entrou antes de 1993 quase não perde nada.
  • ›Resultado: militares com a mesma farda, mesmo juramento e mesmas obrigações ficam a ganhar valores diferentes só por causa da data em que entraram.

📋 O que muda?

  • ›Cria um "complemento de pensão" — uma espécie de tampão que compensa a quebra. Quem se reforma passa a ter garantido 90% do último salário
  • ›O complemento sobe sempre que houver atualização salarial nas Forças Armadas — para a pensão não ir ficando para trás
  • ›Aplica-se a militares das Forças Armadas, GNR, Marinha e Polícia Marítima
  • ›Só entra em vigor com o próximo Orçamento do Estado — ou seja, depende de o Governo meter o dinheiro na conta

💥 E eu com isso?

  • ›Imagina trabalhar 40 anos num emprego que te obriga a estar fora de casa, em missões, com horários impossíveis — e quando te reformas o ordenado cai para metade.
  • ›É isto que está a acontecer com militares mais novos, e está a fazer com que muitos abandonem as fileiras antes do tempo.
  • ›As Forças Armadas já estão com falta de gente e isto piora o problema.
👍

A favor

  • 1O próprio PCP demonstra que existem sete fórmulas diferentes em vigor, criando desigualdade gritante entre militares com a mesma carreira PCP
  • 2As associações militares (AOFA e ANS) confirmam que há militares a perder até metade do rendimento na transição para a reforma — e dizem que isto está a esvaziar os quadros AOFA
  • 3As próprias associações criticaram duramente o chumbo desta revisão e dizem que conflitua com a Lei do Estatuto da Condição Militar (a lei que reconhece direitos especiais a quem serve de armas) Observador

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram no plenário

27 de fevereiro de 2026

Discussão generalidade

26 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

27 de outubro de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

27 de outubro de 2025

Anunciaram-na no plenário

27 de outubro de 2025

Chegou à mesa

23 de outubro de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1Esta proposta foi chumbada em março de 2026 pelo PSD, CDS, IL e PS — sinal de que o custo orçamental assustou a maioria Observador
  • 2O PCP não diz quanto isto custa nem como se paga — pode acabar a ser dezenas de milhões por ano sem fonte de financiamento PCP
  • 3Garantir 90% do último salário aos militares cria um regime especial face aos restantes funcionários públicos, que estão sujeitos ao regime geral Decreto-Lei 3/2017

PCP

pcp.pt

↗

AOFA

aofa.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Decreto-Lei 3/2017

diariodarepublica.pt

↗

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