votos
Entra para dizeres o que pensas
Vê o que o pessoal acha disto
O PCP quer que o Estado compre 15 mil pipas extra de vinho do Porto para atestar as pipas da Casa do Douro — que estão a evaporar há mais de 20 anos sem manutenção — e ao mesmo tempo aliviar a crise dos pequenos viticultores que ficaram com a produção cortada.
🍺 Qual é o problema?
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Saiu no Diário da República
23 de dezembro de 2025
Mandaram publicar
18 de dezembro de 2025
Publicada no Diário da Assembleia
18 de dezembro de 2025
Foram limpar o texto
15 de dezembro de 2025
Votaram em plenário
5 de dezembro de 2025
Anunciaram-na no plenário
10 de setembro de 2025
Foi para a comissão discutir
25 de julho de 2025
Contra
O presidente aceitou para discussão
25 de julho de 2025
Chegou à mesa
24 de julho de 2025
Resolução da Assembleia da República
Recomenda ao Governo que autorize o reforço do benefício para atesto de preservação do património ví
Resolução
Recomenda ao Governo que autorize o reforço do benefício para atesto de preservação do património ví
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
O Douro perdeu 41 milhões de euros em três anos com os cortes no benefício — o PCP diz que 15 mil pipas são o mínimo para atenuar a crise
JN · jn.pt
Os vinhos da Casa do Douro não são atestados desde 2001 — 5% evaporam por ano, ou seja, há milhões de litros a desaparecer por negligência do Estado
RTP · rtp.pt
Os viticultores manifestaram-se em Lisboa a pedir medidas urgentes — o desespero é real e visível
Observador · observador.pt
O Governo já libertou 15 milhões de euros para apoio à destilação de excedentes — esta proposta pode duplicar esforços
Público · publico.pt
O mercado do Porto já tem excesso de stock — 4,6 milhões de hectolitros — e meter mais vinho pode deprimir ainda mais os preços
Observador · observador.pt
A proposta não resolve o problema estrutural: Portugal importa 821 milhões de litros de Espanha a granel enquanto os produtores nacionais não conseguem escoar
Público · publico.pt
Faz login para participar na discussão
Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa