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Proposta n.º 48

PCP: tratamento gratuito para doentes com pele de borboleta

Partido Comunista Português
PCP
·Paula Santos·Alfredo Maia·Paulo Raimundo
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O PCP quer que o Estado garanta medicamentos gratuitos ou baratos, apoio psicológico e transportes para os cerca de 150 portugueses com epidermólise bolhosa — uma doença rara em que a pele faz bolhas e feridas ao mínimo toque.

🍺 Qual é o problema?

  • ›A epidermólise bolhosa é uma doença genética rara que faz com que a pele seja tão frágil que até escovar os dentes provoca feridas — os doentes são chamados "crianças borboleta".
  • ›Em Portugal há cerca de 150 a 200 casos, mas o tratamento pode custar até 500 euros por semana em pensos, cremes e materiais especiais.
  • ›O Estado não comparticipa estes custos porque a doença não está incluída nos regimes especiais de comparticipação.

📋 O que muda?

  • ›Medicamentos e materiais de penso (compressas, luvas, cremes) gratuitos ou com baixa comparticipação — seja por dispensa hospitalar ou por comparticipação na farmácia
  • ›Acesso facilitado a cuidados especializados, com redução de custos de transporte para quem vive longe dos centros de referência
  • ›Protocolos de diagnóstico e intervenção imediata para evitar que a doença piore
  • ›Mais formação para profissionais de saúde sobre esta doença
  • ›Apoio psicológico e social para doentes, cuidadores e famílias

💥 E eu com isso?

  • ›Se o teu filho nasce com esta doença, passas horas por dia a trocar pensos e a tratar feridas — e pagas até 500 euros por semana do próprio bolso.
  • ›Muitos pais abandonam o emprego para cuidar dos filhos, ficando em dificuldades financeiras graves.
  • ›São 150 a 200 pessoas em Portugal — o custo para o Estado seria mínimo, mas a diferença para estas famílias seria enorme.
👍

A favor

  • 1O próprio Ministério da Saúde reconheceu que há "interesse público" em avaliar a comparticipação dos tratamentos para esta doença JN
  • 2Uma petição com mais de 10.500 assinaturas foi entregue ao parlamento por pais que gastam centenas de euros por semana — não é luxo, é sobrevivência JN
  • 3Já existe enquadramento legal para criar regimes especiais de comparticipação para doenças raras — só falta vontade política JN

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu no Diário da República

27 de janeiro de 2026

Mandaram publicar

22 de janeiro de 2026

Publicada no Diário da Assembleia

22 de janeiro de 2026

Foram limpar o texto

8 de janeiro de 2026

Votação final em plenário

19 de dezembro de 2025

Enviada para análise detalhada

27 de junho de 2025

Votaram no plenário

27 de junho de 2025

👎

Contra

  • 1A proposta não quantifica o custo total para o Estado — sem números concretos, é difícil avaliar a viabilidade Público
  • 2Há muitas doenças raras em Portugal sem comparticipação — dar prioridade a uma pode gerar um efeito dominó de reivindicações legítimas Observador
  • 3A criação de protocolos e formação para profissionais de saúde para 150 pessoas requer investimento desproporcional em termos de organização do SNS Público

Anunciaram-na no plenário

26 de junho de 2025

Apreciação parlamentar

26 de junho de 2025

O presidente aceitou para discussão

25 de junho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

JN

jn.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Público

publico.pt

↗

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